«DENTRO DE NÓS HÁ UMA COISA QUE NÃO TEM NOME. ESSA COISA É O QUE SOMOS.»
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
amar o leo é assim
amo-te. amo o teu sorriso, os teus olhos, amo-te. amo quando dizes que amas 'mucho', quando me chamas fonhónhó e amo mais ainda estar contigo. amo-te não só pelo que me fazes sentir, mas também pela pessoa que me fazes ser junto a ti. amo os nossos planos e as nossas expectativas. amo esse pestanão e essa cara linda. amo quando dizes 'chiiim' e quando me segredas ao ouvido. amo a pouca família tua que já conheço, e adorooo completamente o teu padrinho, ele é fantástico! amo os nossos próximos dez anos, e amo os nossos três nenés. amo quando sou eu a usar as calças lá em casa. amo tentar apanhar estrelas contigo. amo passar horas e horas ao telemóvel contigo, sem dizer nada de jeito. amo quando lês as mensagens enormes que eu te envio e lhe dás um toque ainda mais especial. amo quando falas baixo ao telemóvel porque a família já está a descansar, e amo mais ainda o facto de adormeceres ao telemóvel e ouvir-te respirar alto ao meu ouvido. amo as nossas noites. amo quando dizes mil e uma vezes que me amas e eu nunca me canso de ouvir (já agora quando leres isto podes dizer mais uma vez!). amo quando ralhas comigo e não tens paciência para mim. amo quando estou rabugenta e tu mesmo assim dizes que me amas, realmente mereces um lugar no céu! amo escrever estas coisas enquanto falo contigo, e amo quando estás todo curioso, ficas mesmo sexy, sabes? amei a primeira vez que falei contigo ao telemóvel, amei conhecer-te na melhor praia de sempre, amei embirrar contigo e fazer-me de difícil e amei ainda mais o teu melão naquela noite. amei o nosso primeiro beijo, amei acordar-te no dia seguinte e deitar-me contigo entre os cobertores. é, eu estou mesmo a amar-te, e desculpa a seca que te dei até escrever isto. ah, e amo a ideia de um dia viver contigo, numa casa só nossa, só nossa! é, eu amo-te.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
março
“ podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque te guardei no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias. ”
Não te percas agora...
domingo, 5 de setembro de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
dado da vida
«quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no que vai dar. Lançamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem queremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério porque a sorte também manda na vida. Manda mais do que queríamos e menos do que gostávamos e por isso desconfiamos dela sempre que nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas que sejam. Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi que os dados estavam certos. Gostamos de tudo um no outro; eu gosto da tua casa, da tua música, da tua forma desligada de olhar para o mundo, os passeios à beira mar de camisola de lã com capuz e a forma como te divertes com tudo o que te rodeia. E tu gostas da minha alegria de viver, do meu sarcasmo cirúrgico, de dizer sempre tudo o que penso, sinto e quero, mesmo quando não estás preparado para me ouvir. Eu gosto de te conhecer e de te perceber, porque és diferente dos outros homens e tu gostas que eu te entenda melhor do que todas as outras mulheres. E gostamos de estar um com o outro; à mesa, em casa, com amigos, sem amigos, com sono, sem sono, mas sempre perto quando estamos perto, mesmo que fiquemos longe quando nos afastamos. Acredito que todos temos direito a ter sorte e que, quando alguém aparece na nossa vida de repente, ou é porque nos vai fazer bem ou é porque nos pode fazer mal. E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento, achei que me ias ajudar a limpar a tristeza, que a tua presença quase imperceptível na minha vida seria como um bálsamo, uma música perfeita e harmoniosa, um dia ao sol, ou uma noite em branco, daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas e que vale mesmo a pena estar vivo só para as saborear. Entre nós não há pesos nem amarras e o silêncio não quer dizer ausência, apesar da ausência reinar nos nossos dias. Quando lançamos os dados, nunca sabemos no que vai dar. Tu podias ser um assassino encapotado e eu uma neurótica disfarçada, mas tivemos sorte, porque somos duas pessoas normais, com coração, e dois ou três princípios que nos fazem estar bem com a vida e com os outros. Só tenho pena de não ser dona do tempo, porque houve momentos que, se pudesse, teria vivido mais vezes ou mais devagar. E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompida, digo-te agora e sem rodeios: fica comigo mais uma vez, vem rir do mundo e adormecer nos meus braços, abrir o teu coração e sonhar acordado, vem ter comigo hoje, porque eu quero lançar outra vez os dados e aposto que vai dar seis e seis outra vez, porque os dados nunca se enganam (...)»
amo-te, tanto
segunda-feira, 12 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
love love love
«O nosso amor é de papel como as flores que me deste, e no papel há-de ficar, para sempre, escrito nas minhas palavras. E se vier a transformar-se em qualquer outra coisa, será sempre numa outra forma de amor: o papel vem das árvores, mas o amor vem do amor e nunca morre, mesmo depois de cortado, prensado e transformado. Amar é como plantar uma semente e tu já plantaste a tua no meu coração.»
E eu começo a amar-te (...)
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